30/03/2009
24/03/2009
Teatro Municipal de São Paulo

Idealização, construção e inauguração
O gosto pela música erudita já havia sido formado por influência da Côrte, tendo grande impulso durante reinado do Imperador Dom Pedro II e da Imperatriz Teresa Cristina. Vários teatros foram construídos ao longo da costa brasileira e interior do Brasil. Na cidade de São Paulo, pequenos teatros cumpriam a tarefa da recepção de companhias internacionais que se apresentavam num circuito já bem conhecido: Manaus, no Theatro Amazonas, Belém, no Theatro da Paz, Rio de Janeiro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em Buenos Aires, Argentina, no Theatro Cólon. Teatros como o Teatro Provisório Nacional, Theatro Politeama, Theatro Minerva, Theatro Apolo, assim como o melhor deles o Theatro São José, participavam deste circuito. Inicia-se no ano de 1895, as discussões sobre a construção de um teatro especificamente para ópera com um projeto enviado para a Câmara Municipal que tramita sem sucesso. Em 1898, o Teatro São José é destruído por um incêndio; a Câmara Municipal lança incentivo para o empreendimento da construção do novo teatro, mediante a isenção de impostos. O empreendimento será efetuado quando a concessão para isenção de impostos é estabelecida em 50 anos, neste momento, o Escritório Técnico de Ramos de Azevedo apresenta a proposta de construção. Outra proposta já havia sido apresentada por Cláudio Rossi ao primeiro prefeito Antonio Prado que faz a aproximação entre o Escritório Técnico de Ramos de Azevedo.
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INGLÊS
O gosto pela música erudita já havia sido formado por influência da Côrte, tendo grande impulso durante reinado do Imperador Dom Pedro II e da Imperatriz Teresa Cristina. Vários teatros foram construídos ao longo da costa brasileira e interior do Brasil. Na cidade de São Paulo, pequenos teatros cumpriam a tarefa da recepção de companhias internacionais que se apresentavam num circuito já bem conhecido: Manaus, no Theatro Amazonas, Belém, no Theatro da Paz, Rio de Janeiro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em Buenos Aires, Argentina, no Theatro Cólon. Teatros como o Teatro Provisório Nacional, Theatro Politeama, Theatro Minerva, Theatro Apolo, assim como o melhor deles o Theatro São José, participavam deste circuito. Inicia-se no ano de 1895, as discussões sobre a construção de um teatro especificamente para ópera com um projeto enviado para a Câmara Municipal que tramita sem sucesso. Em 1898, o Teatro São José é destruído por um incêndio; a Câmara Municipal lança incentivo para o empreendimento da construção do novo teatro, mediante a isenção de impostos. O empreendimento será efetuado quando a concessão para isenção de impostos é estabelecida em 50 anos, neste momento, o Escritório Técnico de Ramos de Azevedo apresenta a proposta de construção. Outra proposta já havia sido apresentada por Cláudio Rossi ao primeiro prefeito Antonio Prado que faz a aproximação entre o Escritório Técnico de Ramos de Azevedo.
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INGLÊS
23/03/2009
Piada do dia
“ Atualmente investem-se cinco vezes mais em silicone para mulher e em Viagra para homem do que em remédios para a cura do mal de Alzheimer.
Daqui a alguns anos teremos velhinhas de seios firmes e velhinhos de pênis duros; mas eles não se lembrarão para que servem “
Daqui a alguns anos teremos velhinhas de seios firmes e velhinhos de pênis duros; mas eles não se lembrarão para que servem “
20/03/2009
18/03/2009
Teatro Municipal de Niterói ou Teatro João Caetano


Esse pequeno teatro me faz lembrar de outro, em Viena,onde assisti o musical "Elizabeth" e onde Mozart apresentava ao povo algumas de suas operatas.
História e Restauração
O prédio (totalmente restaurado entre 1992 e 1995) passou pela mais completa e rigorosa restauração que se tem notícia na história do patrimônio cultural brasileiro, cujo projeto de recuperação encarou um grande desafio que era respeitar os aspectos históricos (na fachada manteve-se as linhas arquitetônicas neoclássicas da reforma de 1888 e 1889) e ao mesmo tempo dotá-lo de modernidade.
Fora adotado uma filosofia de restauração, baseadas na manutenção das intervenções de qualidade das reformas anteriores, e eliminar as que não respeitavam seu caráter estilístico. Dessa forma, foram demolidos os anexos incompatíveis com o conjunto.
O Teatro é citado pelos historiadores como o marco do teatro brasileiro. Passou a chamar-se João Caetano em homenagem ao grande ator que o explorou desde 1842 até sua morte em 1863. Em sua homenagem, em 1900, a Câmara Municipal de Niterói muda o nome do teatro para Teatro Municipal João Caetano.
As pinturas interiores, de autoria de Thomas Driendl, constituem um grande complexo artístico ao lado do atual pano de boca criado para a restauração pelo paisagista e artista Roberto Burle Marx. O prédio foi tombado em 1990 pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural.
Site oficial do teatro de Niterói
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17/03/2009
Incoerência católica
por Drauzio Varella, para a Folha de S.Paulo
Aos colegas de Pernambuco responsáveis pelo abortamento na menina de nove anos, quero dar os parabéns. Nossa profissão foi criada para aliviar o sofrimento humano; exatamente o que vocês fizeram dentro da lei ao interromper a prenhez gemelar numa criança franzina.
Apesar da ausência de qualquer gesto de solidariedade por parte de nossas associações, conselhos regionais ou federais, estou certo de que lhes presto esta homenagem em nome de milhares de colegas nossos.
Não se deixem abater, é preciso entender as normas da Igreja Católica. Seu compromisso é com a vida depois da morte. Para ela, o sofrimento é purificador: "Chorai e gemei neste vale de lágrimas, porque vosso será o reino dos céus", não é o que pregam?
É uma cosmovisão antagônica à da medicina. Nenhum de nós daria tal conselho em lugar de analgésicos para alguém com cólica renal. Nosso compromisso profissional é com a vida terrena, o deles, com a eterna. Enquanto nossos pacientes cobram resultados concretos, os fiéis que os seguem precisam antes morrer para ter o direito de fazê-lo.
Podemos acusar a Igreja Católica de inúmeros equívocos e de crimes contra a humanidade, jamais de incoerência. Incoerentes são os católicos que esperam dela atitudes incompatíveis com os princípios que a regem desde os tempos da Inquisição.
Inquisicao
Se os católicos consideram o embrião sagrado, já que a alma se instalaria no instante em que o espermatozoide se esgueira entre os poros da membrana que reveste o óvulo, como podem estranhar que um prelado reaja com agressividade contra a interrupção de uma gravidez, ainda que a vida da mãe estuprada corra perigo extremo?
O arcebispo de Olinda e Recife não cometeu nenhum disparate, agiu em obediência estrita ao Código Penal do Direito Canônico: o cânon 1398 prescreve a excomunhão automática em caso de abortamento.
Por que cobrar a excomunhão do padrasto estuprador, quando os católicos sempre silenciaram diante dos abusos sexuais contra meninos, perpetrados nos cantos das sacristias e dos colégios religiosos? Além da transferência para outras paróquias, qual a sanção aplicada contra os atos criminosos desses padres que nós, ex-alunos de colégios católicos, testemunhamos?
Não há o que reclamar. A política do Vaticano é claríssima: não excomunga estupradores.
Em nota à imprensa a respeito do episódio, afirmou Gianfranco Grieco, chefe do Conselho do Vaticano para a Família: "A igreja não pode nunca trair sua posição, que é a de defender a vida, da concepção até seu término natural, mesmo diante de um drama humano tão forte, como o da violência contra uma menina".
Por que não dizer a esse senhor que tal justificativa ofende a inteligência humana: defender a vida da concepção até a morte? Não seja descarado, senhor Grieco, as cadeias estão lotadas de bandidos cruéis e de assassinos da pior espécie que contam com a complacência piedosa da instituição à qual o senhor pertence.
Os católicos precisam ver a igreja como ela é, aferrada a sua lógica interna, seus princípios medievais, dogmas e cânones. Embora existam sacerdotes dignos de respeito e admiração, defensores dos anseios das pessoas humildes com as quais convivem, a burocracia hierárquica jamais lhes concederá voz ativa.
A esperança de que a instituição um dia adote posturas condizentes com os apelos sociais é vã; a modernização não virá. É ingenuidade esperar por ela.
Os males que a igreja causa à sociedade em nome de Deus vão muito além da excomunhão de médicos, medida arbitrária de impacto desprezível. O verdadeiro perigo está em sua vocação secular para apoderar-se da maquinária do Estado, por meio do poder intimidatório exercido sobre nossos dirigentes.
Não por acaso, no presente episódio manifestaram suas opiniões cautelosas apenas o presidente da República e o ministro da Saúde.
Os políticos não ousam afrontar a igreja. O poder dos religiosos não é consequência do conforto espiritual oferecido a seus rebanhos nem de filosofias transcendentais sobre os desígnios do céu e da terra, ele deriva da coação exercida sobre os políticos.
Quando a igreja condena a camisinha, o aborto, a pílula, as pesquisas com células-tronco ou o divórcio, não se limita a aconselhar os católicos a segui-la, instituição autoritária que é, mobiliza sua força política desproporcional para impor proibições a todos nós.
Aos colegas de Pernambuco responsáveis pelo abortamento na menina de nove anos, quero dar os parabéns. Nossa profissão foi criada para aliviar o sofrimento humano; exatamente o que vocês fizeram dentro da lei ao interromper a prenhez gemelar numa criança franzina.
Apesar da ausência de qualquer gesto de solidariedade por parte de nossas associações, conselhos regionais ou federais, estou certo de que lhes presto esta homenagem em nome de milhares de colegas nossos.
Não se deixem abater, é preciso entender as normas da Igreja Católica. Seu compromisso é com a vida depois da morte. Para ela, o sofrimento é purificador: "Chorai e gemei neste vale de lágrimas, porque vosso será o reino dos céus", não é o que pregam?
É uma cosmovisão antagônica à da medicina. Nenhum de nós daria tal conselho em lugar de analgésicos para alguém com cólica renal. Nosso compromisso profissional é com a vida terrena, o deles, com a eterna. Enquanto nossos pacientes cobram resultados concretos, os fiéis que os seguem precisam antes morrer para ter o direito de fazê-lo.
Podemos acusar a Igreja Católica de inúmeros equívocos e de crimes contra a humanidade, jamais de incoerência. Incoerentes são os católicos que esperam dela atitudes incompatíveis com os princípios que a regem desde os tempos da Inquisição.
Inquisicao
Se os católicos consideram o embrião sagrado, já que a alma se instalaria no instante em que o espermatozoide se esgueira entre os poros da membrana que reveste o óvulo, como podem estranhar que um prelado reaja com agressividade contra a interrupção de uma gravidez, ainda que a vida da mãe estuprada corra perigo extremo?
O arcebispo de Olinda e Recife não cometeu nenhum disparate, agiu em obediência estrita ao Código Penal do Direito Canônico: o cânon 1398 prescreve a excomunhão automática em caso de abortamento.
Por que cobrar a excomunhão do padrasto estuprador, quando os católicos sempre silenciaram diante dos abusos sexuais contra meninos, perpetrados nos cantos das sacristias e dos colégios religiosos? Além da transferência para outras paróquias, qual a sanção aplicada contra os atos criminosos desses padres que nós, ex-alunos de colégios católicos, testemunhamos?
Não há o que reclamar. A política do Vaticano é claríssima: não excomunga estupradores.
Em nota à imprensa a respeito do episódio, afirmou Gianfranco Grieco, chefe do Conselho do Vaticano para a Família: "A igreja não pode nunca trair sua posição, que é a de defender a vida, da concepção até seu término natural, mesmo diante de um drama humano tão forte, como o da violência contra uma menina".
Por que não dizer a esse senhor que tal justificativa ofende a inteligência humana: defender a vida da concepção até a morte? Não seja descarado, senhor Grieco, as cadeias estão lotadas de bandidos cruéis e de assassinos da pior espécie que contam com a complacência piedosa da instituição à qual o senhor pertence.
Os católicos precisam ver a igreja como ela é, aferrada a sua lógica interna, seus princípios medievais, dogmas e cânones. Embora existam sacerdotes dignos de respeito e admiração, defensores dos anseios das pessoas humildes com as quais convivem, a burocracia hierárquica jamais lhes concederá voz ativa.
A esperança de que a instituição um dia adote posturas condizentes com os apelos sociais é vã; a modernização não virá. É ingenuidade esperar por ela.
Os males que a igreja causa à sociedade em nome de Deus vão muito além da excomunhão de médicos, medida arbitrária de impacto desprezível. O verdadeiro perigo está em sua vocação secular para apoderar-se da maquinária do Estado, por meio do poder intimidatório exercido sobre nossos dirigentes.
Não por acaso, no presente episódio manifestaram suas opiniões cautelosas apenas o presidente da República e o ministro da Saúde.
Os políticos não ousam afrontar a igreja. O poder dos religiosos não é consequência do conforto espiritual oferecido a seus rebanhos nem de filosofias transcendentais sobre os desígnios do céu e da terra, ele deriva da coação exercida sobre os políticos.
Quando a igreja condena a camisinha, o aborto, a pílula, as pesquisas com células-tronco ou o divórcio, não se limita a aconselhar os católicos a segui-la, instituição autoritária que é, mobiliza sua força política desproporcional para impor proibições a todos nós.
15/03/2009
Arquitetura – Teatro Amazonas, Manaus (1896)

O Teatro Amazonas é um belo teatro brasileiro, segundo maior teatro da Amazônia (Superado apenas pelo Teatro da Paz em Belém). Foi construído com verba do ciclo da borracha.
A história do inicia-se em 1881, quando o deputado A. J. Fernandes Júnior apresentou o projeto para a construção de um teatro em alvenaria, na cidade de Manaus. A proposta foi aprovada pela Assembléia Provincial do Amazonas e começaram as discussões a respeito da construção do prédio. Manaus, que vivia o auge do ciclo da borracha, era uma das mais prósperas cidades do mundo, embalada pela riqueza advinda do látex da seringueira, produto altamente valorizado pelas indústrias européias e americanas. A cidade necessitava de um lugar onde pudessem se apresentar as companhias de espetáculos estrangeiras e a construção do teatro, assim, era uma exigência da época.
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A história do inicia-se em 1881, quando o deputado A. J. Fernandes Júnior apresentou o projeto para a construção de um teatro em alvenaria, na cidade de Manaus. A proposta foi aprovada pela Assembléia Provincial do Amazonas e começaram as discussões a respeito da construção do prédio. Manaus, que vivia o auge do ciclo da borracha, era uma das mais prósperas cidades do mundo, embalada pela riqueza advinda do látex da seringueira, produto altamente valorizado pelas indústrias européias e americanas. A cidade necessitava de um lugar onde pudessem se apresentar as companhias de espetáculos estrangeiras e a construção do teatro, assim, era uma exigência da época.
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Das Teatro Amazonas ist ein Opernhaus in Manaus, Brasilien. Am 31. Dezember 1896 eingeweiht, wurde es durch die Einnahmen des Kautschukbooms finanziert.
Der Film von Werner Herzog, Fitzcarraldo (1982), machte das Teatro Amazonas wieder in Deutschland bekannt. Außerdem hat Sharon Lockhart 1999 den Film Teatro Amazonas veröffentlicht und hatte von Juni bis August 2000 eine Ausstellung über dieses Opernhaus im Kunstmuseum Wolfsburg.
Geschichte und Architektur [Bearbeiten]
Die Geschichte dieses Opernhauses begann, als A. J. Fernandes Júnior das Projekt 1881 einreichte und es genehmigt wurde. Dieses architektonische Werk wurde dem Gabinete Português de Engenharia e Arqitetura de Lisboa 1883 in Auftrag gegeben. Der erste Spatenstich verzögerte sich um ein Jahr aufgrund von Debatten über die Finanzierung. Aus demselben Grund wurden die Bauarbeiten zwischen 1886 und 1893 unterbrochen.[1] Architekten, Baumeister, Maler und Künstler wurden aus ganz Europa engagiert. Der in Paris lebende Brasilianer Crispim do Amaral aus Pernambuco gestaltete das Innere des Theaters, während sich der Italiener Enrico Mazolani um das Äußere kümmerte. Das Haus wurde am 31. Dezember 1896 eingeweiht, die erste Opernaufführung war am 7. Januar 1897 die Premiere der Oper „La Gioconda“ von Amilcare Ponchielli. Die neobarocke Haupthalle ist für 685 Zuhörer ausgelegt. Die Decke ist durch das Bild „A Glorificação da Belas Artes na Amazônia“ von Domenico de Angelis geschmückt.[2] Die Pflastersteine rund um die Oper wurden eigens aus einem Sand-Kautschuk-Gemisch angefertigt, um die Vorführungen nicht durch die vorbeifahrenden Pferdefuhrwerke zu stören. Ein Großteil der Baumaterialien wurde aus Europa importiert. So wurden beispielsweise die Kacheln der Kuppel aus Deutschland und die Pflastersteine vor dem Theater aus Portugal eingeführt.
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Der Film von Werner Herzog, Fitzcarraldo (1982), machte das Teatro Amazonas wieder in Deutschland bekannt. Außerdem hat Sharon Lockhart 1999 den Film Teatro Amazonas veröffentlicht und hatte von Juni bis August 2000 eine Ausstellung über dieses Opernhaus im Kunstmuseum Wolfsburg.
Geschichte und Architektur [Bearbeiten]
Die Geschichte dieses Opernhauses begann, als A. J. Fernandes Júnior das Projekt 1881 einreichte und es genehmigt wurde. Dieses architektonische Werk wurde dem Gabinete Português de Engenharia e Arqitetura de Lisboa 1883 in Auftrag gegeben. Der erste Spatenstich verzögerte sich um ein Jahr aufgrund von Debatten über die Finanzierung. Aus demselben Grund wurden die Bauarbeiten zwischen 1886 und 1893 unterbrochen.[1] Architekten, Baumeister, Maler und Künstler wurden aus ganz Europa engagiert. Der in Paris lebende Brasilianer Crispim do Amaral aus Pernambuco gestaltete das Innere des Theaters, während sich der Italiener Enrico Mazolani um das Äußere kümmerte. Das Haus wurde am 31. Dezember 1896 eingeweiht, die erste Opernaufführung war am 7. Januar 1897 die Premiere der Oper „La Gioconda“ von Amilcare Ponchielli. Die neobarocke Haupthalle ist für 685 Zuhörer ausgelegt. Die Decke ist durch das Bild „A Glorificação da Belas Artes na Amazônia“ von Domenico de Angelis geschmückt.[2] Die Pflastersteine rund um die Oper wurden eigens aus einem Sand-Kautschuk-Gemisch angefertigt, um die Vorführungen nicht durch die vorbeifahrenden Pferdefuhrwerke zu stören. Ein Großteil der Baumaterialien wurde aus Europa importiert. So wurden beispielsweise die Kacheln der Kuppel aus Deutschland und die Pflastersteine vor dem Theater aus Portugal eingeführt.
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'Naja', antes tarde do que nunca
Vaticano critica excomunhão no caso de aborto de menina de nove anos
Em artigo publicado pelo jornal da Santa Sé, o Osservatore Romano, neste sábado, o presidente da Academia Pontifícia para a Vida, Monsenhor Rino Fisichella afirma que os médicos que praticaram o aborto na menina de 9 anos, grávida de gêmeos após ter sido estuprada pelo padrasto, não mereciam a excomunhão.
"São outros que merecem a excomunhão e nosso perdão, não os que lhe permitiram viver e a ajudarão a recuperar a esperança e a confiança, apesar da presença do mal e da maldade de muitos", escreve Monsenhor Rino Fisichella, um dos mais próximos colaboradores do papa Bento 16 e maior autoridade do Vaticano em bioética.
Na avaliação do prelado, o arcebispo de Recife e Olinda, José Cardoso Sobrinho, foi apressado e deveria ter se preocupado primeiro com a menina.
"O caso ganhou as páginas dos jornais somente porque o arcebispo de Olinda e Recife se apressou em declarar a excomunhão para os médicos que a ajudaram a interromper a gravidez. Uma história de violência que, infelizmente, teria passado despercebida se não fosse pelo alvoroço e pelas reações provocadas pelo gesto do bispo."
Segundo Monsenhor Fisichella, o anúncio da excomunhão por parte de D. Jose Cardoso Sobrinho colocou em risco a credibilidade da Igreja Católica.
"Era mais urgente salvaguardar a vida inocente e trazê-la para um nível de humanidade, coisa em que nós, homens de igreja, devemos ser mestres. Assim não foi e infelizmente a credibilidade de nosso ensinamento está em risco, pois parece insensível e sem misericórdia", escreve o bispo.
'Como um machado'
Na avaliação do prelado, a prática do aborto neste caso não teria sido suficiente para dar um parecer que "pesa como um machado", porque houve uma contraposição entre vida e morte.
Ele reconhece que, devido à idade e às precárias condições de saúde, a menina corria serio risco de vida por causa da gravidez. E justifica os médicos, que em sua opinião, merecem respeito profissional.
"Como agir nesses casos? É uma decisão difícil para os médicos e para a própria lei moral. Não é possível dar parecer negativo sem considerar que a escolha de salvar uma vida, sabendo que se coloca em risco uma outra, nunca é fácil. Ninguém chega a uma decisão dessas facilmente, é injusto e ofensivo somente pensar nisso."
De acordo com o presidente da Academia Pontifícia para a Vida, segundo a moral católica a defesa da vida humana desde sua concepção è um principio imprescindível.
O aborto não espontâneo sempre foi e continua sendo condenado com a excomunhão, que é automática.
"Não era, portanto, necessária tanta urgência em dar publicidade e declarar um fato que se atua de forma automática, mas sim um gesto de misericórdia."
Fonte: BBC
Comentário meu: Parece que a Igreja caiu em si. Percebeu o ridículo a que se expôs e deu para trás. Antes tarde do que nunca. A internet é realmente o que de mais democrático existe no mundo. Antes, assistíamos o que os governos e a Igreja faziam e nos remoíamos entre as quatro paredes de nossas casas. Agora, através da internet, falamos. E somos ouvidos porque somos milhões.
O texto tem um porém, que deixou-me com um gosto amargo como fel. Senti que a Igreja, passado algum tempo, excomungaria os médicos e a família da menina, menos o estuprador, evidentemente. Esperariam passar a onda maior, para, na calada da noite, fazer o que o destrambelado arcebispo de Recife e Olinda fez.
Deus nos livre da Mão Invisível da Igreja, essa mão pesada, castradora e sem piedade.
"São outros que merecem a excomunhão e nosso perdão, não os que lhe permitiram viver e a ajudarão a recuperar a esperança e a confiança, apesar da presença do mal e da maldade de muitos", escreve Monsenhor Rino Fisichella, um dos mais próximos colaboradores do papa Bento 16 e maior autoridade do Vaticano em bioética.
Na avaliação do prelado, o arcebispo de Recife e Olinda, José Cardoso Sobrinho, foi apressado e deveria ter se preocupado primeiro com a menina.
"O caso ganhou as páginas dos jornais somente porque o arcebispo de Olinda e Recife se apressou em declarar a excomunhão para os médicos que a ajudaram a interromper a gravidez. Uma história de violência que, infelizmente, teria passado despercebida se não fosse pelo alvoroço e pelas reações provocadas pelo gesto do bispo."
Segundo Monsenhor Fisichella, o anúncio da excomunhão por parte de D. Jose Cardoso Sobrinho colocou em risco a credibilidade da Igreja Católica.
"Era mais urgente salvaguardar a vida inocente e trazê-la para um nível de humanidade, coisa em que nós, homens de igreja, devemos ser mestres. Assim não foi e infelizmente a credibilidade de nosso ensinamento está em risco, pois parece insensível e sem misericórdia", escreve o bispo.
'Como um machado'
Na avaliação do prelado, a prática do aborto neste caso não teria sido suficiente para dar um parecer que "pesa como um machado", porque houve uma contraposição entre vida e morte.
Ele reconhece que, devido à idade e às precárias condições de saúde, a menina corria serio risco de vida por causa da gravidez. E justifica os médicos, que em sua opinião, merecem respeito profissional.
"Como agir nesses casos? É uma decisão difícil para os médicos e para a própria lei moral. Não é possível dar parecer negativo sem considerar que a escolha de salvar uma vida, sabendo que se coloca em risco uma outra, nunca é fácil. Ninguém chega a uma decisão dessas facilmente, é injusto e ofensivo somente pensar nisso."
De acordo com o presidente da Academia Pontifícia para a Vida, segundo a moral católica a defesa da vida humana desde sua concepção è um principio imprescindível.
O aborto não espontâneo sempre foi e continua sendo condenado com a excomunhão, que é automática.
"Não era, portanto, necessária tanta urgência em dar publicidade e declarar um fato que se atua de forma automática, mas sim um gesto de misericórdia."
Fonte: BBC
Comentário meu: Parece que a Igreja caiu em si. Percebeu o ridículo a que se expôs e deu para trás. Antes tarde do que nunca. A internet é realmente o que de mais democrático existe no mundo. Antes, assistíamos o que os governos e a Igreja faziam e nos remoíamos entre as quatro paredes de nossas casas. Agora, através da internet, falamos. E somos ouvidos porque somos milhões.
O texto tem um porém, que deixou-me com um gosto amargo como fel. Senti que a Igreja, passado algum tempo, excomungaria os médicos e a família da menina, menos o estuprador, evidentemente. Esperariam passar a onda maior, para, na calada da noite, fazer o que o destrambelado arcebispo de Recife e Olinda fez.
Deus nos livre da Mão Invisível da Igreja, essa mão pesada, castradora e sem piedade.
14/03/2009
13/03/2009
Italianos são condenados por manter brasileira e bebê em quarto
Guilherme Aquino - BBC Brasil
A Justiça da Itália condenou nesta quinta-feira um homem e sua mãe a dez meses de reclusão por manterem uma jovem brasileira e sua filha de um ano em um quarto sem aquecimento por meses durante o inverno.
O episódio aconteceu na cidade de Monserrato, na ilha da Sardenha.
Segundo informações da polícia local, a brasileira, de 21 anos, havia conhecido o italiano Giampiero Serreli, de 36 anos, há cerca de dois anos durante uma viagem dele ao Brasil, quando os dois iniciaram uma relação.
O italiano prometeu se casar com a brasileira e a convenceu a ir para a Itália, onde passaram a morar na casa da mãe de Serreli, Antonia Fará. Há um ano, a brasileira deu à luz a filha do casal.
Vivendo clandestinamente no país, a brasileira começou a brigar muito com Antonia, até que a dona da casa exigiu que o filho construísse um pequeno quarto no jardim da casa para a brasileira morar.
Acatando o pedido da mãe, ele construiu uma casa de nove metros quadrados por dois metros de altura, sem banheiro, onde a brasileira foi instalada em dezembro, quando começou o inverno no hemisfério norte.
Pressão
"As coisas pioraram depois do nascimento da menina. O pai guardou o passaporte da filha para impedir que a mulher fosse embora. Assim, ele a mantinha sob controle. Ele fazia uma grande pressão psicológica", disse à BBC Brasil o policial Alfredo Saviano, da polícia local.
No quarto, mãe e filha viviam em condições precárias e, nas noites de inverno, enfrentavam temperaturas abaixo de zero. A brasileira só tinha autorização para entrar na casa de Antonia para ir ao banheiro.
Ao longo dos meses, Giampiero Serreli se convenceu de que a mulher, ilegal no país, não teria coragem de denunciá-lo por maus-tratos. Ele relaxou na guarda e autorizou que ela saísse do recinto.
Ela então foi à polícia e, na quarta-feira, Giampiero e Antonia foram presos. Nesta quinta-feira, eles foram julgados e condenados.
"Infelizmente não podemos enquadrar estes dois por sequestro, porque a brasileira estava livre, podia se locomover. Mas, agora, e isto é o principal, com a condenação o pai perde o pátrio poder e a jovem poderá ir embora com a filha sem dar satisfação a ninguém", disse Alfredo Saviano.
Por ora, a brasileira e a menina permanecem na Itália, sob cuidados da assistência social italiana.
12/03/2009
Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!
Revolta: cordel ataca arcebispo pró-estupro e defende aborto
A posição da Igreja Católica, que excomungou a mãe e os médicos que fizeram aborto em uma menina de 9 anos, grávida de gêmeos, depois de estuprada pelo padrasto, está sendo amplamente criticada também por artistas. O caso, que ocorreu no interior de Pernambuco, inspirou o poeta popular paraibano, Miguezim de Princesa, radicado em Brasília, a compor o O cordel do Papa e do Estuprador. Mais que divertido, os versos desmascaram a falsa moral cristã e defendem o amplo direto ao aborto.
Confira abaixo a íntegra do cordel:
O cordel do Papa e do Estuprador
(Por Miguezim de Princesa)
Vox populi, Vox Dei...
I
Peço à musa do improviso
Que me dê inspiração,
Ciência e sabedoria,
Inteligência e razão,
Peço que Deus que me proteja
Para falar de uma igreja
Que comete aberração.
II
Pelas fogueiras que arderam
No tempo da Inquisição,
Pelas mulheres queimadas
Sem apelo ou compaixão,
Pensava que o Vaticano
Tinha mudado de plano,
Abolido a excomunhão.
III
Mas o bispo Dom José,
Um homem conservador,
Tratou com impiedade
A vítima de um estuprador,
Massacrada e abusada,
Sofrida e violentada,
Sem futuro e sem amor.
IV
Depois que houve o estupro,
A menina engravidou.
Ela só tem nove anos,
A Justiça autorizou
Que a criança abortasse
Antes que a vida brotasse
Um fruto do desamor.
V
O aborto, já previsto
Na nossa legislação,
Teve o apoio declarado
Do ministro Temporão,
Que é médico bom e zeloso,
E mostrou ser corajoso
Ao enfrentar a questão.
VI
Além de excomungar
O ministro Temporão,
Dom José excomungou
Da menina, sem razão,
A mãe, a vó e a tia
E se brincar puniria
Até a quarta geração.
VII
É esquisito que a igreja,
Que tanto prega o perdão,
Resolva excomungar médicos
Que cumpriram sua missão
E num beco sem saída
Livraram uma pobre vida
Do fel da desilusão.
VIII
Mas o mundo está virado
E cheio de desatinos:
Missa virou presepada,
Tem dança até do pepino,
Padre que usa bermuda,
Deixando mulher buchuda
E bolindo com os meninos.
IX
Milhões morrendo de Aids:
É grande a devastação,
Mas a igreja acha bom
Furunfar sem proteção
E o padre prega na missa
Que camisinha na lingüiça
É uma coisa do Cão.
X
E esta quem me contou
Foi Lima do Camarão:
Dom José excomungou
A equipe de plantão,
A família da menina
E o ministro Temporão,
Mas para o estuprador,
Que por certo perdoou,
O arcebispo reservou
A vaga de sacristão.
Fonte: http://www.emdiacomacidadania.com.br/
Confira abaixo a íntegra do cordel:
O cordel do Papa e do Estuprador
(Por Miguezim de Princesa)
Vox populi, Vox Dei...
I
Peço à musa do improviso
Que me dê inspiração,
Ciência e sabedoria,
Inteligência e razão,
Peço que Deus que me proteja
Para falar de uma igreja
Que comete aberração.
II
Pelas fogueiras que arderam
No tempo da Inquisição,
Pelas mulheres queimadas
Sem apelo ou compaixão,
Pensava que o Vaticano
Tinha mudado de plano,
Abolido a excomunhão.
III
Mas o bispo Dom José,
Um homem conservador,
Tratou com impiedade
A vítima de um estuprador,
Massacrada e abusada,
Sofrida e violentada,
Sem futuro e sem amor.
IV
Depois que houve o estupro,
A menina engravidou.
Ela só tem nove anos,
A Justiça autorizou
Que a criança abortasse
Antes que a vida brotasse
Um fruto do desamor.
V
O aborto, já previsto
Na nossa legislação,
Teve o apoio declarado
Do ministro Temporão,
Que é médico bom e zeloso,
E mostrou ser corajoso
Ao enfrentar a questão.
VI
Além de excomungar
O ministro Temporão,
Dom José excomungou
Da menina, sem razão,
A mãe, a vó e a tia
E se brincar puniria
Até a quarta geração.
VII
É esquisito que a igreja,
Que tanto prega o perdão,
Resolva excomungar médicos
Que cumpriram sua missão
E num beco sem saída
Livraram uma pobre vida
Do fel da desilusão.
VIII
Mas o mundo está virado
E cheio de desatinos:
Missa virou presepada,
Tem dança até do pepino,
Padre que usa bermuda,
Deixando mulher buchuda
E bolindo com os meninos.
IX
Milhões morrendo de Aids:
É grande a devastação,
Mas a igreja acha bom
Furunfar sem proteção
E o padre prega na missa
Que camisinha na lingüiça
É uma coisa do Cão.
X
E esta quem me contou
Foi Lima do Camarão:
Dom José excomungou
A equipe de plantão,
A família da menina
E o ministro Temporão,
Mas para o estuprador,
Que por certo perdoou,
O arcebispo reservou
A vaga de sacristão.
Fonte: http://www.emdiacomacidadania.com.br/
11/03/2009
Teatro de Santa Isabel

O Teatro de Santa Isabel é um teatro localizado na cidade do Recife. É um exemplo de arquitetura neoclássica predominante no século XIX brasileiro.
Projeto
A idéia de construir um teatro público no Recife foi do então presidente da província de Pernambuco, Francisco do Rego Barros, barão, visconde e depois conde da Boa Vista.
Em 30 de abril de 1839, ele assinou a Lei número 74, autorizando a construção de um teatro público para a cidade.
A Província não dispunha, na época, de profissionais qualificados, como engenheiros e arquitetos, nem sequer pedreiros ou carpinteiros especializados. Os poucos engenheiros que existiam tinham formação militar.
Para viabilizar o seu projeto de Governo, Rego Barros promoveu a vinda de inúmeros profissionais europeus, engenheiros, matemáticos, técnicos e operários, entre eles, Louis Léger Vauthier, o engenheiro responsável pela execução do projeto do novo teatro, que chegou ao Recife, em setembro de 1840.
O primeiro projeto elaborado por Vauthier, cujo orçamento era de 400 contos, foi rejeitado devido ao seu alto custo. O projeto definitivo, estimado em 240 contos, foi aprovado em fevereiro de 1841, sendo as obras iniciadas no mês de abril. O local escolhido foi o então chamado Campo do Erário, onde só havia areia. Atualmente é a Praça da República.
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Projeto
A idéia de construir um teatro público no Recife foi do então presidente da província de Pernambuco, Francisco do Rego Barros, barão, visconde e depois conde da Boa Vista.
Em 30 de abril de 1839, ele assinou a Lei número 74, autorizando a construção de um teatro público para a cidade.
A Província não dispunha, na época, de profissionais qualificados, como engenheiros e arquitetos, nem sequer pedreiros ou carpinteiros especializados. Os poucos engenheiros que existiam tinham formação militar.
Para viabilizar o seu projeto de Governo, Rego Barros promoveu a vinda de inúmeros profissionais europeus, engenheiros, matemáticos, técnicos e operários, entre eles, Louis Léger Vauthier, o engenheiro responsável pela execução do projeto do novo teatro, que chegou ao Recife, em setembro de 1840.
O primeiro projeto elaborado por Vauthier, cujo orçamento era de 400 contos, foi rejeitado devido ao seu alto custo. O projeto definitivo, estimado em 240 contos, foi aprovado em fevereiro de 1841, sendo as obras iniciadas no mês de abril. O local escolhido foi o então chamado Campo do Erário, onde só havia areia. Atualmente é a Praça da República.
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09/03/2009
A MENINA, O BISPO, NÓS

José Ribamar Bessa Freire
08/03/2009 - Diário do Amazonas
Ela é apenas uma criança. De nove anos. Pesa 33 kg e mede 1,36 m. Vive em Alagoinha, a 230 km. de Recife. Lá, foi estuprada pelo padrasto. Ficou grávida de gêmeos. Os médicos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) constataram que a vida dela corria perigo e retiraram os fetos, interrompendo a gravidez na 15ª semana. Após o aborto, na quarta-feira, “ela ficou brincando com a boneca e o ursinho. Não sei se entende o que passou” – disse o diretor da Maternidade, Sérgio Cabral.
Quem, com certeza, não entendeu bulhufas foi o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, 75 anos, recém-aposentado. Ele tentou convencer o pai biológico e a mãe da menina a desistirem do aborto. Fracassou. A Arquidiocese decidiu, então, que vai denunciar os pais da vítima ao Ministério Público, acusando-os de duplo assassinato. Sem chances, porque a legislação brasileira permite o aborto em vítimas de estupro até a 20ª semana de gestação e também no caso de ameaça à vida da mãe. De acordo com avaliação médica, o aborto é, portanto, duplamente legal.
O bispo, no entanto, está se lixando para as leis dos homens: “A lei de Deus está acima de todas as coisas e o aborto é um crime previsto nas leis de Deus”, diz, citando o Código Canônico, que em seu artigo 1.398 pune os que praticam o aborto com a excomunhão. Omite que não foi Deus, mas os homens que escreveram o Código. A proibição é, pois, da Igreja Católica Apostólica e Romana, que é uma criação histórica dos homens. Deus, coitado, não tem nada a ver com essa história, seu nome está sendo invocado em vão.
Não importa. O bispo mostrou que é o herdeiro legítimo da Inquisição e da intolerância, Sem levar em conta a situação real da menina, o bispo confundiu cinto com bunda e cipó com jerimum e excomungou todos os adultos que participaram da operação: os pais da menina, os médicos, o motorista da ambulância, o transportador da maca, as atendentes, os enfermeiros que esterilizaram os instrumentos cirúrgicos, as representantes de ongs em defesa da mulher, enfim todo mundo.
E o padrasto? Foi também excomungado? Necas de pitibiribas! Esse foi o único que escapou. Pressionado pelo Jornal Hoje, da Rede Globo, o bispo afirmou que o pedófilo estuprador, já preso pela lei dos homens, não foi excomungado pela lei divina: “Esse padrasto cometeu um crime enorme – admitiu – mas não está incluído na excomunhão. Ele cometeu um pecado gravíssimo. Agora, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente”.
Acredite se quiser. Mas o bispo disse essa besteira monumental e estarrecedora. Eu ouvi. Milhões de brasileiros são testemunhas. O bispo segue, assim, a máxima malufista do “estupra, mas não mata”. A excomunhão, que é a pena máxima da igreja, condena ao fogo do inferno pessoas misericordiosas, que tiveram compaixão com o sofrimento dos outros, mas poupa o estuprador. Aumenta assim nossa sensação de impunidade. Com esse senso de justiça, parece até que o Código Canônico foi escrito pelo ministro do STF, Gilmar Mendes, para livrar a cara do Daniel Dantas e dos latifundiários.
Leia mais no Blog do Azenha
08/03/2009 - Diário do Amazonas
Ela é apenas uma criança. De nove anos. Pesa 33 kg e mede 1,36 m. Vive em Alagoinha, a 230 km. de Recife. Lá, foi estuprada pelo padrasto. Ficou grávida de gêmeos. Os médicos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) constataram que a vida dela corria perigo e retiraram os fetos, interrompendo a gravidez na 15ª semana. Após o aborto, na quarta-feira, “ela ficou brincando com a boneca e o ursinho. Não sei se entende o que passou” – disse o diretor da Maternidade, Sérgio Cabral.
Quem, com certeza, não entendeu bulhufas foi o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, 75 anos, recém-aposentado. Ele tentou convencer o pai biológico e a mãe da menina a desistirem do aborto. Fracassou. A Arquidiocese decidiu, então, que vai denunciar os pais da vítima ao Ministério Público, acusando-os de duplo assassinato. Sem chances, porque a legislação brasileira permite o aborto em vítimas de estupro até a 20ª semana de gestação e também no caso de ameaça à vida da mãe. De acordo com avaliação médica, o aborto é, portanto, duplamente legal.
O bispo, no entanto, está se lixando para as leis dos homens: “A lei de Deus está acima de todas as coisas e o aborto é um crime previsto nas leis de Deus”, diz, citando o Código Canônico, que em seu artigo 1.398 pune os que praticam o aborto com a excomunhão. Omite que não foi Deus, mas os homens que escreveram o Código. A proibição é, pois, da Igreja Católica Apostólica e Romana, que é uma criação histórica dos homens. Deus, coitado, não tem nada a ver com essa história, seu nome está sendo invocado em vão.
Não importa. O bispo mostrou que é o herdeiro legítimo da Inquisição e da intolerância, Sem levar em conta a situação real da menina, o bispo confundiu cinto com bunda e cipó com jerimum e excomungou todos os adultos que participaram da operação: os pais da menina, os médicos, o motorista da ambulância, o transportador da maca, as atendentes, os enfermeiros que esterilizaram os instrumentos cirúrgicos, as representantes de ongs em defesa da mulher, enfim todo mundo.
E o padrasto? Foi também excomungado? Necas de pitibiribas! Esse foi o único que escapou. Pressionado pelo Jornal Hoje, da Rede Globo, o bispo afirmou que o pedófilo estuprador, já preso pela lei dos homens, não foi excomungado pela lei divina: “Esse padrasto cometeu um crime enorme – admitiu – mas não está incluído na excomunhão. Ele cometeu um pecado gravíssimo. Agora, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente”.
Acredite se quiser. Mas o bispo disse essa besteira monumental e estarrecedora. Eu ouvi. Milhões de brasileiros são testemunhas. O bispo segue, assim, a máxima malufista do “estupra, mas não mata”. A excomunhão, que é a pena máxima da igreja, condena ao fogo do inferno pessoas misericordiosas, que tiveram compaixão com o sofrimento dos outros, mas poupa o estuprador. Aumenta assim nossa sensação de impunidade. Com esse senso de justiça, parece até que o Código Canônico foi escrito pelo ministro do STF, Gilmar Mendes, para livrar a cara do Daniel Dantas e dos latifundiários.
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O melô da crise
Por Creuzo Geovani
Para o homem ser feliz
Sem fazer extravagância,
A nossa mãe natureza
Nos deu tudo em abundância,
Mas nossa sociedade
Na fogueira da vaidade
É movida por ganância.
Bilhões estão sendo gastos
Pra combater tal mazela,
Mas combater a ganância
Jogando dinheiro nela
É ato de maluquice
Ou golpe de cretinice
Daqueles que vivem dela.
Não é fácil resgatar
A confiança perdida
Entre grandes poupadores
E a negra massa falida
De banqueiros poderosos,
Trapaçeiros, perigosos
Pra quem não falta guarida.
A nuvem dos desespero
Ainda está se formando
Com milhares de empresas
Devagar desempregando
E o homem desempregado
Fica triste, acabrunhado
Pelos recantos chorando.
Nunca o mundo assistiu
Tanto dinheiro mau gasto,
Nem mesmo aqui no Brasil
Quando um governo nefasto,
Com seu planos fracassados
E preços descontrolados
Prendeu o gado no pasto.
Edmar não faça versos
Só para me maltratar,
Se você tem a saída
E tá querendo ajudar
Ligue para a casa branca
E diga de forma franca
Como essa crise acabar.
08/03/2009
07/03/2009
Coreógrafa brasileira Márcia Haydée ganha Cruz de Mérito alemã
A bailarina e coreógrafa brasileira Márcia Haydée foi agraciada com a Cruz de Mérito da Alemanha. “Sempre fui uma atriz dançante e tive a sorte de muitos coreógrafos criarem papéis de caráter para mim”, comentou Haydée.Hoje aos 71 anos, ela é considerada por muitos a “Maria Callas da dança”. Haydée desempenhou a maior parte de sua vida profissional na Alemanha, desde os anos 1960 como bailarina e entre 1976 e 1996 como diretora do Balé de Stuttgart, cidade onde vive.
Haydée teve seu primeiro grande êxito na Alemanha ao participar de uma coreografia baseada no Romeu e Julieta de Serguei Prokofiev em 1962. Logo começou a dividir o palco com grandes nomes, como John Neumeier, Mikhail Baryshnikov e Erik Bruhn.
A Cruz Federal de Mérito é um prêmio concedido pelos estados federados alemães a personalidades pelo seu desempenho político, econômico e cultural.
( origem : Deutsche Welle )
Leia mais sobre sua vida aqui
06/03/2009
Investimento em escolas técnicas para educação profissional é o maior da história
É o Brasil avançando na educação.
Em 2009, o Brasil terá 100 novas escolas técnicas federais. Só esta semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está inaugurando sete novos campi de institutos federais - três ontem no Rio de Janeiro e quatro nesta sexta-feira (6) no Espírito Santo. Os recursos para a expansão da rede federal são da ordem de R$ 1,1 bilhão. O Ministério de Educação tem hoje o maior orçamento dos últimos anos para investir na educação profissional.
As 100 novas escolas fazem parte de um projeto inovador que buscou atender às necessidades do arranjo produtivo local em cada região. Os cursos técnicos e superiores que serão oferecidos nessas escolas estão integrados ao mercado de trabalho. Até o final de 2010, o Brasil terá mais de 350 instituições desse nível.
Há exemplos, inclusive, de escolas técnicas federais que desenvolveram cursos para atender à demanda por profissionais em seus estados.
É o caso do Espírito Santo, que receberá quatro novas escolas técnicas esta semana. Lá, a Vale do Rio Doce fechou um convênio com o instituto federal do Espírito Santo para a implantação do curso técnico em ferrovias (nas modalidades integrada e subsequente) na unidade de ensino de Cariacica.
A empresa investiu R$ 6 milhões para a construção e aparelhamento das instalações e capacitação de docentes. O curso foi elaborado com o auxílio de especialistas que trabalham na área de ferrovias da Vale.
Nota sobre meu sumiço
Andei sumida devido a instalação do Linux no meu computador. Deu mais dor de cabeça do que eu esperava. Agora tenho Linus 100% instalado.
Espero nunca mais ter virus para atrasar minha vida.
02/03/2009
Ex-Fußballstar Pelé offiziell Rentner
Obwohl er als aktiver Unternehmer noch immer Millionen verdient, ist Fußball-«König» Pelé jetzt offiziell Rentner. «Ich bin als Profisportler in Rente gegangen und bekomme seit Oktober vergangenen Jahres 3000 Real (1000 Euro) vom Staat», verriet der 68-Jährige.
«Ich darf jetzt auch gratis mit dem Bus fahren und bekomme im Kino die Eintrittskarte zum halben Preis», freut sich der dreifache Weltmeister in einem Interview des Nachrichtenmagazins «Veja».
Er wolle in Zukunft kürzertreten und unter anderem mehr Zeit mit seinen sechs Kindern und acht Enkelkindern verbringen sowie sich verstärkt um den von ihm geleiteten Jugendverein Litoral im brasilianischen Santos kümmern. Nach der zweiten Scheidung wolle er zudem mit seinen «vielen Freundinnen» Spaß haben. Und er will einen Kaffee mit US-Präsident Barack Obama trinken. «Er hat mir sogar eine E-Mail geschickt. Er brauche die Zusammenarbeit mit Brasilien.»
Pelé bestritt energisch, dass Obama berühmter sei als er. «Ich habe sogar schon mal gehört, dass ich berühmter als Jesus bin». Pelé sei «unsterblich» und als Fußballer besser als der argentinische Erzrivale Diego Maradona gewesen. Die Erklärung: «Maradona konnte nur mit links schießen».
Pelé versicherte, er werde nie das höchste politische Amt seines Landes anstreben und auch nie Trainer werden. «Da kommen ständig Angebote aus Arabien, den USA, aus Europa, aus Afrika», sagte er. Mit den heutigen Profis will Pelé aber auf keinen Fall arbeiten: «Zu meiner Zeit, als die Spieler weniger partysüchtig waren, da hat die Karriere eines Idols 15 Jahre angehalten. Viele Stars glänzen heute ein, zwei Jahre, und dann verschwinden sie.» Partys, Drogen und Alkohol seien Probleme.
Auf die Frage, ob er reich sei, antwortete Pelé: «Ich kann nur sagen, dass, wenn mein Vermögen gut verwaltet wird, meine Enkelchen nie werden arbeiten müssen.» Er habe sein Geld jedoch erst nach der aktiven Zeit «mit Vorträgen und mit Werbung gemacht, aber niemals mit alkoholischen Getränken, Politik, Religion oder Tabak», betonte der ehemalige Fußball-Star, der mit bürgerlichen Namen Edson Arantes do Nascimento heißt. Nach der WM 2014 in Brasilien, für die er im Marketingbereich arbeitet, will Pelé «endgültig hundertprozent Rentner» sein.
Fonte: Financial Times Deustchland
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